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Carlos Henrique, diretor do Colégio Adventista de Itapagipe, compartilha sua trajetória durante o lançamento de matrículas 2027 da Educação Adventista no norte da Bahia. (FOTO: arquivo pessoal)
Em 2005, Carlos Henrique chegou ao Colégio Adventista de Itapagipe como aluno. O início da trajetória escolar foi marcado por dificuldades: ele repetiu o primeiro ano três vezes. Naquele período, talvez fosse difícil imaginar que, anos depois, retornaria à instituição como profissional e chegaria à direção do mesmo colégio.
Duas décadas depois, a história foi compartilhada durante o Lançamento de Matrículas 2027 da Educação Adventista no norte da Bahia, realizado no domingo (23). O encontro reuniu professores, equipes pedagógicas e gestores para o início da mobilização voltada ao próximo ano letivo. O testemunho de Carlos Henrique integrou a programação da tarde.
Ao apresentar sua trajetória, Carlos destacou que os resultados do trabalho desenvolvido na educação nem sempre são percebidos imediatamente.
“A gente nunca sabe como as nossas ações e atitudes voltarão e como serão perpetuadas através do legado. Pequenas ações e pequenas atitudes têm um impacto muito grande na vida das pessoas”, afirma.
Uma história construída dentro da escola
Depois da experiência como estudante, Carlos voltou ao ambiente escolar profissionalmente. Passou por funções de apoio e atuou como monitor até iniciar, em 2013, uma nova etapa como professor de História.
Durante cerca de 12 anos, esteve em sala de aula como docente. Posteriormente, assumiu a direção do Colégio Adventista de Itapagipe, retornando ao mesmo ambiente onde sua história com a Educação Adventista havia começado.
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Para ele, ter passado por diferentes funções dentro da escola contribuiu para compreender o impacto que cada profissional pode exercer na trajetória dos estudantes.
“Quando nós ensinamos, trabalhamos e nos empenhamos nas diversas funções da escola, são pequenas sementes lançadas. Podemos ter certeza de que Deus dará o crescimento no devido tempo”, destaca.
A experiência também influencia a maneira como Carlos compreende a proposta da Educação Adventista.
“Nós ensinamos não apenas uma educação que foca no agora, mas valores olhando para a eternidade”, acrescenta.
Matrículas de 2027
O lançamento também contou com momentos de louvor, reflexão e consagração. Pela manhã, a programação incluiu a celebração da Santa Ceia, apresentação da equipe gestora, conteúdo alusivo aos 130 anos da Educação Adventista e homenagens aos profissionais das unidades de Juazeiro e Jacobina.
Para Ana Paula, coordenadora pedagógica da Educação Adventista na Bahia Norte, o momento espiritual que abriu a programação representou a forma como as equipes desejam conduzir o novo ciclo.
“Estamos aqui no Lançamento de Matrículas 2027, com toda a Associação Bahia Norte, professores e equipe pedagógica envolvidos neste momento de consagração. Começamos o nosso dia com uma belíssima Santa Ceia, dizendo que à frente das nossas matrículas está o nosso Deus”, afirma.
Equipe da Educação Adventista no norte da Bahia se reúne durante o lançamento de matrículas para 2027, realizado no domingo (23). (FOTO: arquivo pessoal)
O lançamento deste ano também trouxe uma novidade para a rede na região. Além das unidades já existentes em Juazeiro e Jacobina, a mobilização passa a incluir o Colégio Adventista de Irecê, que se prepara para receber seus primeiros estudantes em 2027.
“Além de Juazeiro, além de Jacobina, para honra e glória de Deus, estamos dando início às matrículas do Colégio Adventista de Irecê”, destaca Ana Paula.
Novas histórias
Durante a programação, os profissionais também participaram de momentos de reconhecimento pelo alcance de metas. No período da tarde, a assinatura de um banner simbolizou o compromisso das equipes com os objetivos estabelecidos para o novo ciclo de matrículas.
Profissionais assinam o painel do lançamentos de matriculas 2027, simbolizando o compromisso das equipes com o novo ciclo/ (FOTO: arquivo pessoal)
Em meio à preparação para receber novos estudantes, a trajetória de Carlos Henrique trouxe para o encontro uma perspectiva que ultrapassa os números de matrículas. Sua história mostrou que os resultados de uma experiência educacional podem ser percebidos muitos anos depois.
“Contar a minha história é dizer que cada atitude e cada ação valem muito a pena em uma educação que olha para a eternidade”, afirma.
De aluno que enfrentou dificuldades nos primeiros anos escolares a monitor, professor e, posteriormente, diretor, Carlos retornou ao ambiente em que sua trajetória começou. No lançamento das matrículas para 2027, a experiência serviu como exemplo de que, por trás de cada novo estudante que chega à escola, existe uma história cujos próximos capítulos ainda serão construídos.
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