O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 41% das intenções de voto, contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (17). O levantamento ouviu 2.003 entrevistados entre os dias 14 e 16 de agosto.

Em comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 10 de agosto, Lula oscilou de 40% para 41%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 35% para 36%. Com isso, a vantagem do presidente permaneceu em cinco pontos percentuais.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5% das intenções de voto. Renan Santos (Missão) e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) registram 4% cada. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 5%, enquanto 2% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar.

Na pesquisa anterior, Caiado também tinha 5%, Renan Santos, 4%, e Zema, 3%.

Segundo turno

Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece numericamente à frente, com 47% das intenções de voto, contra 44% do senador. A diferença está dentro da margem de erro, configurando empate técnico. O resultado é o mesmo registrado na pesquisa anterior.

Contra Ronaldo Caiado, Lula também aparece numericamente à frente, com 46%, contra 42% do ex-governador de Goiás. Na rodada anterior, o presidente tinha 47%, enquanto Caiado permanecia com 42%.

Em uma disputa contra Romeu Zema, Lula registra 46% das intenções de voto, contra 41% do ex-governador mineiro. Na pesquisa anterior, o presidente tinha 47%, e Zema, 40%.

Já diante de Renan Santos, Lula aparece com 47%, contra 37% do ativista. No levantamento anterior, o presidente tinha 46%, enquanto Renan registrava os mesmos 37%.

Variação da vantagem

A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro oscilou ao longo das últimas pesquisas. Em 29 de junho, o presidente tinha oito pontos percentuais de vantagem. Em 13 de julho, a diferença era de seis pontos e, em 27 de julho, chegou a nove pontos.

Em 3 de agosto, a vantagem caiu para quatro pontos. Na pesquisa de 10 de agosto, voltou a cinco pontos, diferença que se manteve no levantamento divulgado nesta segunda-feira.

FONTE/CRÉDITOS: Estadão Conteúdo