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Terça-feira, 03 de Novembro 2026

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Caso Oliver: Justiça concede liberdade provisória à mãe de menino de 3 anos que morreu após agressões no RS

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Caso Oliver: Justiça concede liberdade provisória à mãe de menino de 3 anos que morreu após agressões no RS

Menino Oliver Grayson, de 3 anos, o missionário norte-americano D’andre Grayson, pai da criança, e a mãe Mayanna Angelina Rodgers Reprodução/Redes sociais A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu nesta quinta-feira (8) liberdade provisória a Mayanna Angelina Rodgers, mãe do menino Oliver Grayson, de 3 anos, morto após ser espancado pelo pai em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A decisão substitui a prisão preventiva por medidas cautelares diversas. Mayanna é responde por por quatro crimes de tortura por omissão, relacionados a Oliver e seus três irmãos. As denúncias contra a mulher por homicídio foram arquivadas. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O pai, o missionário norte-americano D’andre Grayson, de 33 anos, é réu por homicídio qualificado com dolo eventual e por quatro crimes de tortura e segue preso preventivamente. A decisão é da 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri e de Execução Criminal da Comarca de Viamão. "Embora sejam graves os fatos descritos na denúncia, verifica-se que o panorama processual atualmente existente é distinto daquele considerado por ocasião da decretação da prisão, de modo que os fundamentos para a manutenção da medida extrema se encontram significativamente enfraquecidos", diz o texto assinado pelo juiz Guilherme Pires Mitidiero. Caso Oliver: MP denuncia os pais A decisão impõe as seguintes medidas cautelares: manter seu endereço atualizado nos autos e comparecer a todos os atos do processo, quando intimada; não se ausentar da comarca de Porto Alegre e do território nacional sem prévia autorização judicial; cumprir recolhimento domiciliar no período noturno, das 20h às 06h, e nos dias de folga; não manter contato, por qualquer meio de comunicação, e não se aproximar dos filhos, ressalvada expressa determinação diversa emanada pelo Juízo da Infância e Juventude; utilizar tornozeleira eletrônica de modo a propiciar o seu monitoramento; comparecer em Cartório, no prazo de 24 horas contadas de sua efetiva soltura, para entregar o seu passaporte. A defesa de Mayana afirma que a decisão "restabelece a justiça ao reconhecer expressamente a ausência de qualquer envolvimento de Mayanna no homicídio do próprio filho". (Leia a íntegra abaixo) O que diz a defesa de Mayanna "A decisão da 1ª Vara Criminal de Viamão restabelece a justiça ao reconhecer expressamente a ausência de qualquer envolvimento de Mayanna no homicídio do próprio filho, imputação esta que já se encontra devidamente arquivada. O próprio Poder Judiciário constatou a inexistência de riscos cautelares e a total desnecessidade da prisão preventiva, que não podia prevalecer sobre acusações que sequer integram mais o processo. Mayanna responde unicamente por uma suposta conduta omissiva e sempre esteve e continuará integralmente à disposição da Justiça para colaborar com a elucidação dos fatos e demonstrar sua inocência no curso do processo." Menino morreu três dias depois de agressão O caso começou a ser investigado depois que a polícia recebeu a informação de que Oliver havia sofrido lesões graves no dia 5 de julho. Segundo o inquérito, o menino teria sido agredido pelo pai porque não teria dado “bom dia” a ele. D’andre teria dado socos na criança e batido a cabeça dela contra o chão. O pai foi preso em flagrante no mesmo dia. No dia seguinte, a prisão foi convertida em preventiva. Oliver morreu no dia 8 de julho. O exame necroscópico apontou como causa da morte um traumatismo cranioencefálico grave. A perícia também identificou múltiplas cicatrizes antigas no corpo do menino. Segundo a investigação, as marcas seriam resultado de lesões anteriores e não teriam relação direta com a agressão que provocou a morte. Marcas de agressões em quatro crianças Depois da prisão do pai, surgiram informações de que os outros filhos também poderiam ser vítimas de maus-tratos e que a mãe poderia estar envolvida. A Polícia Civil afirma ter reunido indícios de que as agressões contra as crianças aconteciam de maneira reiterada havia cerca de nove anos. Na perícia física, todas as crianças, com exceção do bebê de 1 ano, apresentavam diversas marcas no corpo, segundo a investigação. Foram identificadas cicatrizes e mordeduras de diferentes idades e provocadas por diferentes instrumentos. A polícia também afirma ter identificado indícios de que a mãe orientava os filhos a não mostrar o corpo e a não contar a outras pessoas sobre as agressões. As crianças foram encaminhadas para avaliação psicológica. Segundo a investigação, apenas uma delas conseguiu conversar, ainda que pouco, com a perita. As demais se recusaram a falar. Conforme a polícia, os filhos teriam sido ensinados pelos pais a não conversar com outras pessoas e a esconder as marcas de agressões. Mãe estava no quarto ao lado Além das agressões praticadas ao longo dos anos, a Polícia Civil concluiu que a mãe deve responder pelo homicídio de Oliver por omissão. Segundo o inquérito, Mayanna estava em um quarto ao lado no momento em que o menino era agredido. Para os investigadores, ela teria condições de ouvir o que acontecia e não teria tomado nenhuma atitude para impedir as agressões. A polícia considera que a estrutura da residência — uma casa pequena, de madeira e sem portas, com lençóis cobrindo as aberturas —, além da intensidade e da duração das agressões, torna pouco crível que ela não tenha ouvido os gritos da criança. A investigação também aponta que a mãe teve outras oportunidades, ao longo dos anos, para procurar ajuda. LEIA TAMBÉM: Pai e mãe de menino viram réus no RS Pastor evangélico recebeu família MP aciona Interpol para saber histórico Missionário era suspeito de maus-tratos em três estados Mãe também é presa; polícia investiga omissão Órgãos de menino são doados Morre menino espancado por não dar 'bom dia' ao pai 'O Estado falhou', admite prefeito de Viamão sobre missionário preso por espancar filho Família era acompanhada há oito meses pelo Conselho Tutelar Missionário dos EUA confessa ter espancado o filho Oliver Golden Grayson tinha 3 anos Arquivo pessoal VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Golpe do bilhete premiado: duas mulheres são presas suspeitas de tirar R$ 250 mil da aposentadoria de idosa em Porto Alegre

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Golpe do bilhete premiado: duas mulheres são presas suspeitas de tirar R$ 250 mil da aposentadoria de idosa em Porto Alegre

Duas mulheres foram presas suspeitas de cometerem o golpe do bilhete premiado, em Porto Alegre Divulgação Duas mulheres foram presas preventivamente nesta quinta-feira (8) durante uma operação da Polícia Civil que apura um caso de golpe do bilhete premiado em Porto Alegre. Além das prisões, os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em Canoas e Passo Fundo. De acordo com a investigação, conduzida pela 8ª Delegacia de Polícia da capital gaúcha, as suspeitas teriam enganado uma idosa de 70 anos e convencido a vítima a realizar uma transação bancária de R$ 250 mil. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp 🔎 O golpe do bilhete premiado consiste em convencer a vítima de que um bilhete de loteria premiado pode render uma recompensa financeira. Para isso, o golpista se apresenta como dono do bilhete e, alegando precisar de ajuda para resgatar o valor, induz a vítima a entregar dinheiro acreditando que receberá uma parte do suposto prêmio. Agora no g1 Segundo a polícia, a abordagem com a idosa ocorreu no bairro Petrópolis, em fevereiro. As investigadas teriam persuadido a mulher a acompanhá-las até uma agência bancária no Centro Histórico de Porto Alegre, onde ela retirou o valor que mantinha guardado como reserva para a aposentadoria. A ação desta quinta-feira (8), denominada Operação Sorte Grande, resultou na prisão preventiva de duas mulheres, de 38 e 31 anos. A identidade delas não foi divulgada. Conforme a Polícia Civil, as investigadas já respondem a outros procedimentos por estelionato na modalidade conhecida como golpe do bilhete premiado. As apurações continuam para identificar possíveis participantes do esquema e verificar se há outras pessoas envolvidas no crime. Como funciona o golpe O golpe do bilhete premiado segue um roteiro tradicional: um criminoso aborda a vítima em local público, dizendo ter um bilhete premiado; um comparsa aparece e confirma a história — muitas vezes por telefone, fingindo ser funcionário de banco; os golpistas criam proximidade emocional e convencem a vítima a trocar dinheiro pelo bilhete; em poucos minutos, fogem; o prejuízo só é percebido depois. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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Jornal de Canoas - 08 de Out
Adolescente de 14 anos morre após agressão na Zona Norte de Porto Alegre

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Adolescente de 14 anos morre após agressão na Zona Norte de Porto Alegre

Polícia Civil investiga caso como possível homicídio Ronaldo Bernardi / Agencia RBS A Polícia Civil investiga a morte do adolescente João Vitor Marchan de Oliveira, de 14 anos, ocorrida nesta semana em Porto Alegre. De acordo com relatos, ele teria sofrido uma agressão e não resistiu aos ferimentos. Caso é apurado como homicídio. Segundo o delegado Daniel Queiroz, a vítima teria sido agredida na última terça-feira (6), no condomínio Irmãos Marista, loteamento localizado no bairro Mario Quintana, na Zona Norte da capital gaúcha. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Após o episódio, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao Hospital Cristo Redentor, onde permaneceu internado. Na quarta-feira (7), ele não resistiu aos ferimentos. Ainda não há confirmação sobre a natureza das agressões nem sobre a gravidade dos ferimentos sofridos pela vítima, relata o delegado. A apuração ainda depende do laudo pericial, que deverá indicar a causa da morte. “O relato inicial é no sentido de espancamento, mas estamos confirmando as versões. (O pai do adolescente) disse apenas que ele não teria ido à escola”, afirma Queiroz. A Polícia Civil ainda ouvirá familiares da vítima, respeitando o momento de luto da família. O velório de João Vitor ocorreu entre a manhã e a tarde desta quinta-feira (8), no cemitério João XXIII, em Porto Alegre. Equipes seguem realizando investigações para esclarecer as circunstâncias do caso e identificar eventuais responsáveis. A apuração está em andamento e novas informações deverão surgir após a conclusão dos exames periciais e a coleta de depoimentos. O Centro Social Marista, onde João Vitor estudava, publicou nota de pesar lamentando a morte do aluno. Nota do Centro Social Marista "Com imenso pesar, comunicamos o falecimento de nosso educando, João Vitor. Um jovem muito querido que deixará muitas saudades. Ficam as lembranças, os nossos sentimentos aos familiares e o consolo de que estará nos braços de Deus. Disse-lhe Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida, aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá." (João 11, 25)" VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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Jornal de Canoas - 08 de Out
Telhado de antiga escola histórica de Butiá desaba durante temporal no RS

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Telhado de antiga escola histórica de Butiá desaba durante temporal no RS

Parte de prédio de escola histórica desaba durante temporal em Butiá, no RS Parte do prédio de uma antiga escola desabou na madrugada desta quinta-feira (8) durante a passagem de um temporal em Butiá, na Região Metropolitana de Porto Alegre. No momento do acidente, não havia ninguém no local e não há registro de feridos. O incidente ocorreu na estrutura da antiga Escola Imaculado Coração de Maria. De acordo com o pároco da Paróquia Santa Teresinha, padre José Santiago Carrion Conde, os fortes ventos que atingiram o local durante a noite causaram a queda de parte do telhado. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp No passado, o edifício funcionava como um colégio, mas atualmente não era utilizado para nenhuma atividade. Antes do desabamento, a paróquia já buscava recursos para financiar a manutenção do prédio, com custo estimado em R$ 300 mil. O padre explicou que os próximos passos para a recuperação do espaço serão definidos após a análise de especialistas e uma consulta à comunidade paroquial. Segundo ele, o prédio tem cerca de 80 anos desde sua construção. A Defesa Civil do município informou que não foram registrados outros estragos na cidade em consequência da chuva da madrugada. Parte de prédio de escola histórica desaba durante temporal na Região Metropolitana de Porto Alegre Jornal Butiá Notícias VÍDEOS: Tudo sobre o RS
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Jornal de Canoas - 08 de Out

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